Por Joannes Lemos
Na segunda metade da primeira década do século XXI, o mundo vive às voltas com vários contratempos. Aquecimento global de um lado, crises financeiras e o perigo das armas nucleares do outro. E, no meio disso tudo, a revolução da comunicação através da internet. Na 1ª Semana de Comunicação da Faesa, um dos temas que mais despertou interesse de alunos e professores foi esse, o jornalismo na era da web 2.0.
Se você ainda não ligou o nome à pessoa, vamos lá. Web 2.0 é a participação dos usuários do meio na construção de novas mídias, ou seja, o próprio internauta colabora na criação e transformação de interfaces da
internet, promovendo a criação de redes sociais. Para exemplificar, temos o Youtube – que teve grande destaque na morte de Saddam Hussein -, que cresce em números de acesso a cada dia, graças aos vídeos postados pelos próprios usuários. Outro fenômeno dessa dita nova era da internet é o Orkut, rede de socialização onde o eu se tornou nós.
Mas não poderia deixar de citar os blogs. Grande parte das pessoas que têm acesso à rede mundial quer deixar sua marca na teia virtual, seja uma marca com um ponto de vista sério ou fútil. Assim, o Blogger e Wordpress viraram epidemia, com tema de tudo quanto é tipo, e gente achando que está fazendo jornalismo. A tendência cada vez maior é a produção de conteúdo informativo ser feita através da internet. Isso se deve, em parte, à vontade de participar da criação de veículos de comunicação.
De olho nesta transformação, os portais de notícias de todo mundo, e também do Brasil, lançaram mão do conservadorismo e criaram sites mais arrojados e com excessos de informação e hiperlinks, que remetem a blogs e afins. Ultimamente, os blogs chegam a receber mais acesso do que portais de grandes mídias. Para não comer poeira, as grandes corporações midiáticas, de olho na internet, tentam criar meios para se adaptar e não perder espaço. Vide o site do Big Brother Brasil, repleto de vídeos, fotos e informações, e com milhões de visitas.
Só no ano passado, foram vendidos mais de sete milhões de computadores no Brasil, segundo o IDC, empresa especializada em consultoria de mercado. Só temos a comemorar, pois quanto mais pessoas tendo acesso à rede, mais democracia na comunicação. Mas como profissionais da informação, devemos nos preocupar. O excesso de informação sem qualidade banaliza e estigmatiza nossa profissão.
Na segunda metade da primeira década do século XXI, o mundo vive às voltas com vários contratempos. Aquecimento global de um lado, crises financeiras e o perigo das armas nucleares do outro. E, no meio disso tudo, a revolução da comunicação através da internet. Na 1ª Semana de Comunicação da Faesa, um dos temas que mais despertou interesse de alunos e professores foi esse, o jornalismo na era da web 2.0.
Se você ainda não ligou o nome à pessoa, vamos lá. Web 2.0 é a participação dos usuários do meio na construção de novas mídias, ou seja, o próprio internauta colabora na criação e transformação de interfaces da

Mas não poderia deixar de citar os blogs. Grande parte das pessoas que têm acesso à rede mundial quer deixar sua marca na teia virtual, seja uma marca com um ponto de vista sério ou fútil. Assim, o Blogger e Wordpress viraram epidemia, com tema de tudo quanto é tipo, e gente achando que está fazendo jornalismo. A tendência cada vez maior é a produção de conteúdo informativo ser feita através da internet. Isso se deve, em parte, à vontade de participar da criação de veículos de comunicação.
De olho nesta transformação, os portais de notícias de todo mundo, e também do Brasil, lançaram mão do conservadorismo e criaram sites mais arrojados e com excessos de informação e hiperlinks, que remetem a blogs e afins. Ultimamente, os blogs chegam a receber mais acesso do que portais de grandes mídias. Para não comer poeira, as grandes corporações midiáticas, de olho na internet, tentam criar meios para se adaptar e não perder espaço. Vide o site do Big Brother Brasil, repleto de vídeos, fotos e informações, e com milhões de visitas.
Só no ano passado, foram vendidos mais de sete milhões de computadores no Brasil, segundo o IDC, empresa especializada em consultoria de mercado. Só temos a comemorar, pois quanto mais pessoas tendo acesso à rede, mais democracia na comunicação. Mas como profissionais da informação, devemos nos preocupar. O excesso de informação sem qualidade banaliza e estigmatiza nossa profissão.